Pergunta
clássica de toda redação. O que eu quero ser quando crescer? Qual estudante nunca
fez algum texto relacionado a este assunto. Eu em particular já fiz vários! Mas
estes em seus pontos principais sempre mudam. Afinal, já quis ser muitas coisas
quando criança.
Com 3 anos quis
ser professora, no tempo em que a “tia” trocava minhas fraldas e cuidava de
mim. Fazia-me sorrir e não brigava comigo quando fazia alguma besteira. Ela era
a alta autoridade na escolinha! Depois quis ser diretora assim que descobri que
ela mandava na minha professora. Não tem posição de maior prestigio!
Com 5 anos
queria ser uma super-heroína tipo aquelas Power Ranger rosa e amarela que
assistia na TV globinho. Além de ajudar as pessoas e salvar cidades de ataques
de robôs gigantes, quando me machucar eu não sangraria. Eu soltaria faísca!
Seria incrível!
Com 9 anos eu
queria ser astronauta (paralelo a isso eu também sonhava em seu uma paquita da
Xuxa mas, isso é um passado sombrio). Já pensou? Eu flutuando no espaço! Nessa
época, todo mundo falava do primeiro homem a pisar na lua e ficar a bandeira
dos Estados Unidos nela. Eu iria mais longe que ele. Fincaria duas bandeiras! Uma
do Brasil e outra que eu mesma faria!
Hoje tenho 14
anos e estou a procura de um destino. Acho que depois de querer tantos futuros
diferentes eu acabei confundido o meu. Mas acho que meu pensamento de um futuro
continua na mesma linha de quando eu tinha 3 anos.
Acho que estou
pensando com 100% do meu lado humano neste momento. O ser humano tem uma característica
muito peculiar sabe? Que deveria estar a mostra em todos os momentos da vida.
Assim não teríamos tantas guerras. Quando lidamos com uma dor muito grande,
principalmente a dor da perda (ou a angustia de quase ter perdido alguém),
temos a “mania” de não desejar que algo (ruim) que aconteceu conosco, não
aconteça com as outras pessoas.
A diferença
entre a minha posição e as das outras pessoas é que eu ainda não tenho um
futuro assim como muitos jovens. E nós podemos mudar o que acontece aqui. Eu vejo o mundo como uma grande máquina, um
grande relógio na verdade. E todo relógio tem engrenagens que se encaixam perfeitamente.
Ele vem com todas as peças da qual precisa. Na minha visão nós somos essas
peças. E se o mundo é mesmo um grande relógio como uma peça dele, eu devo ter
alguma função nele.
Quero poder diminuir a dor das pessoas, quero
diminuir o numero de mortes do mundo a partir do meu esforço. Quero achar as
cura das doenças que mais afetam a população. Malária, AIDS, câncer (este último
levou meu avô de mim). Eu quero viver por alguém. Fazer valer minha existência.
Um dia eu terminarei
o ensino médio e entrarei na melhor universidade! Quando me formar, serei a
melhor técnica de pesquisa cientifica que esse mundo já viu!
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