terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Apenas arriscando minha vida serei sua.


           Um garoto tinha acabado de se formar na faculdade de medicina. Este garoto tinha o sonho de se tornar o melhor médico de sua área. No final, ele se tornou um renomado cardiologista.
            Ele tinha uma namorada muito linda. Não tão linda quanto uma modelo, mas era gentil e meiga. Depois de alguns anos, eles resolveram se casar. Não foi uma cerimonia muito extravagante, mas era o suficiente para marcar a passagem da vida dos dois. Eles compraram uma casa em um bairro prospero e amigável. Lá viveram muito felizes por anos. Até aquele dia...
            Cardiomiopatia. A namorada dele tinha uma bomba dentro dela. Um dia, ela teve uma parada cardíaca, mas graças à operação, ela sobreviveu. Ela tinha 50% de chance de viver mais cinco anos uma chance em duas de morrer.
            Sendo ele o médico dela, conseguiu manter os sintomas dela sobe controle, mas não havia chance de uma recuperação total. Ela se apegou a vida que tinha, mas ela não duraria muito.
            Ele não sabia se tinha talento ou sorte, mas ele mesmo se prometeu um futuro de sucesso e progresso. Mesmo ele sendo um médico de elite, ela era responsabilidade demais para ele.
            Ele teve que escolher entre seu futuro e o tempo junto a ela. Mas mesmo ele escolhendo a garota, ela não viveria muito. Talvez fosse assim para ele, mas, não pra ela. Ela é feliz ao lado dele, ela ri quando está com ele, mesmo sabendo que é por pouco tempo. Mesmo fazendo ou não a cirurgia, ela sabe que um dia morrerá. Mas ela prefere poder rir agora a nunca ter conseguido sorrir.
            Ela fez a cirurgia. Foi algo muito difícil para nosso médico realizar. Era como costurar em um papel de arroz. A cirurgia foi um sucesso. Ela poderia viver mais cinco anos ao lado do homem que amava.
Para uma mulher, não importa se é por pouco tempo...(não, ele é importante por que é por pouco tempo) se ela puder ser feliz de verdade ou pelo menos ter um momento assim, ela poderá aceita-lo.  “É apenas arriscando minha vida que poderei ser sua”.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Inocência azul


Uma renomada artista se encontra dentro de um dilema. Com seu esforço ela conseguiu chegar longe, seguiu seu sonho de se tornar um gênio da arte. Venceu todos os obstáculos por este sonho. E agora no auge de sua carreira ela percebe eu algo lhe falta. Tudo que fizera para chegar onde está agora... Isso por si só jamais satisfaria uma artista. Só as melhores telas poderiam mostrar a imagem alimentada dentro de sua mente.
            Nenhum de seus admiradores sabia, mas ela jamais pintou o que lhe agradara. Ela desenvolveu sua arte não baseada no que ela gostaria de pintar, mas sim naquilo que os outros veriam. Paisagens, figuras humanas, figuras abstratas nada disso que ela pintava lhe fazia se sentir uma verdadeira artista. Ela já não sabia mais o que fazer. Sua carreira despencou, nem mesmo suas “falsas” pinturas faziam mais sucesso. A pintora entra em depressão profunda.
            Uma noite chuvosa, ela corria para se abrigar debaixo de uma arvore ela vê uma garota olhando para o céu escuro da noite enquanto as gotículas de agua cobriam seu rosto delicado. Chamando para se abrigar na arvore junto a ela, nossa pequena pintora descobre que a menina na verdade sofria de uma grave doença que a impedia de sair à luz do sol.
            Ela nunca tinha dado valor ao céu até ser incapaz de vê-lo. Este está sempre em constante mudança. Suas nuvens são suas feições. Mostram quando este está feliz assim como em um dia ensolarado ou está triste como em um dia de chuva. Por causa de sua beleza, a menina costumava fotografar o céu, seja chuvoso, ensolarado, nublado, nascer, ou pôr-do-sol. Ela daria tudo que tem para poder ver o céu novamente. Sentir os quentes raios do sol em sua pele.
Ouvindo a história da jovem menina, a pequena pintora percebeu que a beleza das pequenas coisas, não são admiradas até que as perdemos. Um ato tão simples como olhar para o céu fazia tanta falta para aquela menina.
            Ela não podia curar a doença que a menina tinha, mas podia usar seus talentos para mostrar um céu novamente para a jovem. Então a pequena pintora passou a pintar o céu. Não só um céu, mas também suas variações, ensolarado, chuvoso, nublado, nascer e entardecer. Todos os dias. Logo ela descobre que esta também é sua paixão.
            Pintando o céu ela conseguia mostrar seu verdadeiro talento em uma simples tela, porque apenas um verdadeiro artista consegue retratar algo tão simples de diversas formas fazendo com aqueles que o admirem também percebem suas variações através de delicadas pinceladas.
            A pintora se redescobre. Voltando aos tempos em que pintava apenas para ver o sorriso das pessoas que viam suas pinturas. Ela finalmente pode sentir o que era realmente ser uma artista.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Crisálida

Está é a história de um poeta e uma cantora que tinham um problema. O problema da cantora... Não poderia ser resolvido por dez mil elogios ou dez mil aplausos. Só um poeta entenderia... Que ela desejava se esforçar até chegar aos seus próprios limites. Ele entende porque ele também era um criador, e muitas vezes ele encontrou esses limites. Assim o poeta começou a cantar... Para a cantora. Era uma canção da crisálida. Essa crisálida era  mais bela que quaisquer pedras preciosas no mundo. Foi louvada por todos que a viram. Mas oculta em seu interior havia uma verdade ainda mais bela. Dentro de ti há asas adormecidas.
Uma explosão de raios percorria o corpo da cantora. Você ficará para sempre nessa apertada casca dura? É o que realmente deseja? Não é. A canção do poeta era como um fio de aranha, capturando o duro coração da pequena cantora. E o envolvendo apropriadamente.
O poeta continua a cantar. Cantando para que ela visse a verdade dentro do seu coração. A canção virou uma mandíbula afiada, colocando suas prezas contra a concha em torno dela. É desnecessário que se escondas.
Com as mãos trêmulas, a cantora se desfaz de sua concha, como se fosse um estranho encanto. Ela não via mais o poeta diante dela.  Um olhar reconfortante, um hálito quente como o fogo... Sua existência se converteu em uma canção. Sua pele clara que cativou milhares foi exposta a luz vacilante.
Que bela... És muito bela... As palavras do poeta são um doce veneno que se dissolvem em seu coração. E lá estava um céu azul.
A cantora renasceu. Livrou-se de seu falso casulo para se tornar uma borboleta livre e voar, para longe para um distante céu azul. Em sua verdadeira forma, como realmente é. Voe! Voe para um novo mundo! VOE!
Não foi a dor nem o medo, tampouco arrependimento. Foi um regozijo que ela jamais conheceu. Uma sensação avassaladora de libertação. A cantora morreu. E a verdadeira cantora renasceu das cinzas. 

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Viver e Aprender

A vida está sempre em um tipo de desenvolvimento sempre que achamos que sabemos de tudo descobrimos coisas novas.

Mesmo que que não percebamos, estamos em constante aprendizado. A algum tempo atrás não se podia imaginar que teríamos um computaor portatel, telefones de bolso ou até carros movidos por dois tipos de combustíveis e etc.Todos os dias aprendemos coisas novas mesmo que nas ações mais simples como ler um livro ou até mesmo descobrindo novas gírias.


Para que entendamos bem o futuro é preciso que saibamos um pouco do passado. Por esta razão descobrimos o que aconteceu a milhões de anos atrás atravez de fosseis ou quaisquer outros resquícios do passado.

A vida pode ser vista como meio caminho andado para o desenvolvimento, pois com os erros que comentemos é que, realmente, aprendemos.


Viver é aprender, seja em livros, colegas, na escola, no computador, na vida em um modo geral, ou seja, viver é aprender.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A menina do espelho


Nancy Fieldman, uma garota bonita e inteligente, de origem humilde, trabalhava em uma mansão na Inglaterra, juntamente com sua mãe por volta do ano 1870.
O senhor, dono da mansão onde Nancy e sua mãe trabalhavam era um homem com sérios problemas de personalidade, um "psicopata" sem escrúpulos, que tratava as duas muito mal, deixando para elas apenas as sobras de seus frequentes banquetes e um quarto frio onde as duas se acomodavam durante a noite, naquela mansão com inúmeros quartos quentes que ficavam trancados para o uso apenas dos hospedes e convidados. Devido ao tratamento desumano e também a uma anemia profunda, a mãe de Nancy veio a falecer, deixando para sua filha seus únicos bens materiais, uma pequena boneca de pano e um espelho emoldurado em mármore, deixado por seu pai com o seguinte dizer: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja" (entalhado na parte inferior do espelho).
Nancy era uma garota tímida, porem muito sorridente, entretanto, com a morte de sua mãe, Nancy entrou em uma forte depressão e queria abandonar a mansão. O dono da mansão, sabendo de suas intenções, trancou a garota em um porão, de onde ela não podia sair, e o que era pior, a garota passou a ser violentada todas as noites naquele lugar. Certo dia, cansada desse sofrimento e sentindo muitas dores, Nancy tentou reagir as agressões a que era submetida, dando um golpe com sua boneca de pano na cara do homem. O dono da mansão, muito revoltado com a garota, esbofeteou-a e a asfixiou com a própria boneca. A garota derrubou o espelho ao se debater e ainda sem ar disse suas ultimas palavras: "Serei o reflexo de sua alma onde quer que esteja"... Semanas depois o homem foi encontrado com os cabelos completamente grisalhos, morto sem explicação com um pedaço do espelho entre as mãos. Ate hoje a morte desse homem tem sido um mistério, dizem que muitas pessoas morreram ou ficaram loucas após se apossarem daquele pedaço de espelho, muitos dizem ver o reflexo da pequena Nancy.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Para aqueles que já esqueceram um lebrete

                               Deus
                                         deu
                                                   a 
                                                      vida
                                                             pra
                                                                 cada
                                                                          um
                                                                            cuidar
                                                                                      da 
                                                                                            sua
                                                                                                     !

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Mundo real

Sempre que leio ou assisto qualquer programa de TV que não seja noticiário ou novelas, me sinto realmente bem. Não pense que sou do tipo largada e tal,mas o fato é que não gosto de permanecer no mundo real. 
Qualquer forma de me manter longe dele será bem vinda, seja jogando no pc, lendo livros ou assistindo TV.
Comecei a me sentir assim quando percebi que ficava mais tempo no computador que  me comunicando com outras pessoas. Não sou do tipo de pessoa que se expressa bem, não demonstro meus verdadeiros sentimentos, e se você me conhece  já deve ter percebido.
Fora da realidade posso ser o que eu quiser, sem ter que me preocupar com meus problemas, posso ser uma princesa ou até mesmo uma bruxa como daqueles jogos de RPG. Longe dos problemas do mundo real, mortes, desastres naturais e tudo mais. 
O mundo real é algo que abandonei a algum tempo, mas que divez adequando volta para fazer uma pequena visita, afinal ainda sou estudante, tenho que me manter informada de certas coisas, podem cair em alguma redação.